domingo, 19 de outubro de 2008

Se você tem o direito, faça direito.

É tudo muito insípido agora.
Sem você eu perco os sentidos, perco a razão, perco a fala, perco as idéias e todo o resto.
Bebida nenhuma preenche, droga nenhuma completa.
E eu apenas fico aqui, sozinha com esses dias vazios...
Talvez eu pudesse voltar atrás e dizer tudo o que eu precisava... mas de nada me valeria, tendo em mente que a situação continuaria sendo a mesma.
O que te dá o direito de voltar dessa maneira?
O que te dá o direito de invadir meus pensamentos?
O que te dá o direito de tomar conta de todos os meus sentimentos?
Amor e ódio, raiva e desespero.
Cada sentimento confuso que me enche de você... Eu estou cheia de você! Estou bêbada de você.
O que te dá o maldito direito de foder com a minha mente?
O que te dá o maldito direito de ser sempre a ressaca mais doce de toda a minha vida?
Eu fico perdida, e você não cicatriza.
E eu não sei mais se há razão em tudo isso... sequer sei se algum dia teve.
Mas é o meu mal necessário... minha dose diária de você, pra acabar com os meus dias, pra me deixar pensando...
Será que um dia você volta de verdade?
Será que um dia as dúvidas se acabarão?
E o que é impossível afinal?
E o que é eternidade afinal?
Promessas nem sempre são o suficiente.
Mas hoje eu acredito.
E de que me vale tudo isso?
E de que me vale você apenas dentro de mim e ao mesmo tempo assim tão longe, distante e amargo?
O que te dá o maldito direito de deixar tudo tão mal resolvido?
Eu estou esperando para ouvir mais um "adeus" e ver você voltando daqui alguns meses.
Mal posso esperar para sentir o gosto das lágrimas que você provoca em mim novamente.
Mas o que me dá o direito de jogar todas essas palavras estúpidas para o alto?
E de que me vale tudo isso?

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

O destino nega um bom título.

Fazia tempo que não parava para escrever algo. Confesso que estava corrida, mesmo não sendo tão responsável e cheia de compromissos assim. As provas me tomaram um bom tempo, mas os resultados estão compensando. O destino deve ter culpa nisso aí também... sei lá, é tão mais simples culpar o destino por tudo.
O destino te levou pra longe de mim.
O destino te fodeu a mente.
O destino te tornou um idiota.
O destino se encarregou de fazer tudo sozinho e acabou com tudo por nós.
Maldito destino, sempre confundindo cabecinhas alheias.
Sem contar o fato dele sempre me arrancar as palavras, me deixar sem ação, sem reação.
Esse destino é um filho da puta mesmo.
No mais, fico por aqui, mas volto em breve...
E nem a porra do destino me segura!