quarta-feira, 7 de novembro de 2007

A marca dos dentes.

Começar a ver o filme da metade já não me faz tanto sentido.
As reprises ficaram tão sem graça...
Mas eu sinto. Ao menos senti.
Ou talvez tenha sido uma sensação fantasma.
Talvez um sonho! A gente ainda se encontra em um sonho bom.
E quando acordar, tudo ainda estará lá.
Para quê?
Para deixar passar no tempo, oras!
Deixe o tempo passar... e seremos nosso próprio passa-tempo.
Isso soa tão divertido e infeliz. Mas como?
Bem mais apropriado, eu diria.

domingo, 7 de outubro de 2007

Me espere onde estiver.

03h37, e eu acordada, para não perder o costume.
São diversos os motivos que geralmente me tiram o sono... Mas o de hoje me surpreendeu:
Saudade.
Não por ser simplesmente "saudade", mas por ser uma saudade estranha, que dói, que corrói, que destrói, e que parece ser inacabável.
A pior saudade que existe, não é a saudade de um amor perdido, de um momento de sua vida ou muito menos de uma pessoa que está distante. É sim, a saudade de uma pessoa que você ama além do amor, de uma pessoa que não há muitos momentos vividos junto com ela para se recordar, de uma pessoa que está além da distância.
A vida é realmente muito injusta e o destino é extremamente irônico, e quando eles se juntam, ficam apenas as saudades... e é dessa saudade que eu estou falando.
Eu sinto uma saudade absurda, no momento, de uma pessoa em especial. Digamos que isso me deixa vulnerável ao extremo.
Eu queria tanto poder dizer, poder gritar, poder chorar, e colocar para fora tudo que eu estou sentindo, mas não valeria a pena se eu pensasse que a pessoa que mais precisa ver isso tudo, talvez não esteja vendo. Mas eu tenho fé, e a esperança prevalece sendo a última que morre.
Mas morre.
Tudo morre. tudo um dia irá morrer.
Você morrerá, eu morrerei. Ele morreu.
Depois da morte, ficam as marcas. Primeiro a ferida, que acaba cicatrizando... eu sei que cicatriza... Mas depois disso, fica por ali a cicatriz, te fazendo sorrir, ou - na maioria das vezes - chorar.
Eu preciso chorar. Eu preciso cicatrizar. Mas para que? Cicatrizes são inúteis, indiferentes. Deixe minha ferida descansar em paz!
Ah, se tu soubesse a falta que está fazendo por aqui, não teria me deixado tão cedo!
Apesar de tudo, eu era sim capaz de saber o que é perder alguém, com o aperto no coração ao saber que o pra sempre existe, e que a saudade será eterna... essa é uma das únicas certezas, a outra, é saber que não sou a única. Isso deveria aliviar.
Se você tivesse aqui, tudo seria diferente. Se você estivesse por perto...
Minhas lágrimas se tornam meu lugar. Minhas lágrimas para ti, e só para ti. Um dia as uso para fazer um lago e coloco nele o seu nome. Você merece, meu herói.
Por quê? Não houve muito tempo... nunca há tempo... acho estranho a maneira com que as coisas acabam, cômico se não fosse tão trágico!
Por quê? Pessoas como você fazem a diferença, e são capazes de provarem serem maravilhosas em questão de segundos. Provou e comprovou.
Mas eu sei que você pode me ouvir agora... Então pega essa: Você me orgulha, e eu te amo incondicionalmente. Uma vez que fui capaz de descobrir sozinha que a eternidade existe, fui capaz também de concluir que meu amor por você é eterno.
Cuida de mim, eu preciso de você!
Me espere onde estiver.

Só quem sabe o que é ter e perder alguém, sente a dor que eu sinto.

domingo, 23 de setembro de 2007

As coisas pequenas.

A intensidade supera o tempo, mas algumas coisas acabam sem motivo aparente, por mais intensa ou longa que seja.
É frustrante quando você olha, e aquele castelinho de areia tão bem feito está desmoronando aos poucos, e você fica sem saber se impede isso, se o refaz ou o destrói de uma vez (mesmo que isso te traga ainda mais dor e arrependimento, continua sendo uma alternativa).
Você não sabe se deve se importar, se realmente vale a pena. As vezes sim. As vezes desgasta... as vezes nem sobra nada para desgastar.
Mas é claro, você continua tendo algumas certezas: algumas pessoas são insubstituíveis, e o PRA SEMPRE existe sim, pois você sabe, o amor que você sente vai ser eterno, por mais que a areia daquele castelinho voe e acerte teus olhos quase te cegando, por mais que você canse de tanto construir castelinhos, por mais que a areia desapareça ou mude de cor, e o sol vire escuridão. O amor vai continuar ali, sorrindo pra vocês... ele nunca vai acabar, e todos os momentos de alegria, jamais irão se apagar. Ou pelo menos é nisso que eu gostaria de acreditar.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Se um dia lembrar de mim...

De algum modo, uma partezinha de mim sempre esperou que talvez, de vez em quando, ou até de vez em nunca, você estivesse andando pela rua e lembrasse da minha existência sem motivos, ou simplesmente porque queria ouvir eu te contando uma piadinha infame.
E eu penso em você assim, do nada, enquanto estou me arrumando pra sair, ou esperando a pipoca sair do microondas, e inevitavelmente, surge um sorriso no meu rosto.
Talvez por isso, eu tenha me conformado a fazer uma ínfima parte da sua vida, mesmo sabendo que você nunca quis, nem pediu, e nem se importou com que eu tivesse um papel mais importante.
Só porque, sim... eu já passei (e confesso, ainda passo) muito tempo, pensando que tudo isso podia ser diferente.
Talvez fosse para terminar mesmo, mas que nossa história ao menos tivesse um fim melhor... ela realmente merecia.
Um fim um pouco menos infantil, triste, pungente.
Eu queria poder mudar... alias, acho que tentei mudar.
Mas eu nunca consegui te esquecer.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Obrigada.

Obrigada pelos conselhos baratos.
Obrigada pelas sádicas lembranças.
Mas eu te devolvo tudo isso agora
Pegue de volta antes que eu jogue fora.
Não é mais útil para mim
Não dá para continuar assim.
Não consigo mais brincar de ser feliz.
Isso é quando o fingimento se torna real
e a realidade um fingimento
e pode até parecer normal, só por um momento.
É quando as promessas de amor eterno
se tornam monocromáticas e sem valor
Primeiro as juras, depois as injúrias.
Primeiro a felicidade, depois a dor.
Outra vez...
é como se você desconsiderasse a gravidade
e fosse capaz de voar em liberdade
Mas a força peso, ah... insiste em te envolver
e te puxar para baixo, não dá para conter.
Maldita gravidade!
Maldita liberdade!
Maldita insanidade!
Maldita realidade!
Eu não quero essa verdade...
Eu quero é uma verdade inventada.
Essa é a minha vida, muito obrigada.

domingo, 9 de setembro de 2007

Sorria como se fosse mentira.

Vou falar, talvez você não goste
Mas ainda assim irá me escutar, aposte.
É bom você saber que entre nós há uma simples diferença
Você tem uma vida
eu tenho apenas feridas
tanto as minhas, quanto as tuas
e estou cuidando delas.
Apenas sorria enquanto caminha sem rumo pelas ruas
e eu fingirei estar feliz sem reconhecimento pela minha atuação singela.

Não é difícil perceber esse meu olhar vazio.
Meu olhar vazio dificilmente percebe isso em você.
Não é agradável carregar tudo nas costas sozinha
Me desculpe se a culpa é minha
Apenas continue sorrindo enquanto caminha
sem rumo pelas ruas
vazio pelas ruas vazias
puro, sem prumo, sem rumo.
Eu vou estar aqui cuidando de tudo.

Faz de conta que você não me viu chorar.
Faz de conta que você não soube o que falar.
Sempre estive chorando por dentro
Mas faz de conta que não, meus olhos estão secos agora.
Apenas faça de conta, sorria como se fosse mentira, entendemos disso.
Pode ser excruciante aos olhos de quem vê
Mas é bem mais aos olhos de quem chora.

Faça de conta, dissimule, olhe lá fora
Um dia aparentemente lindo está por vir.
Respire fundo e comece a sorrir
Enquanto há fôlego, enquanto há tempo.
Você pode perder tudo com o simples sopro de um vento...
Agora é a hora certa para o vento errado
Então cause dor e deixe os outros de lado.
Sorria como se fosse mentira.
Sorria como se nada tivesse causado.

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Tentando.

Não adianta chorar pelo que já está feito.

O que você tem que fazer, é deixar o passado no passado. Você nunca terá aqueles dias de volta, nem se derramasse lágrimas pelo resto de tua vida. Então por que insistir no sofrimento? Já foi dado tempo ao tempo. Marcas sempre vão ficar, você já devia ter aprendido isso... Mas essas marcas, são sinal de que aconteceu, de que você viveu, e que apesar dos erros que cometeu, foi tudo muito bom. Tudo tem um propósito, se foi assim, é porque tinha ser. Pode soar como uma simples frase para perdedores que não conseguem deixar o passado para trás, mas não é, e um dia você vai entender. Saudades sempre irão existir, mas ninguém vive de saudades, você precisa aprender a controlar ela. Saudade não é sinônimo de desespero, e desespero nenhum vai mudar o que aconteceu. Você ainda tem uma vida, só tem que se permitir a vivê-la!

Algumas coisas boas precisam acabar, e um dia o porque do fim aparece.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Meia dose semi-profunda.

Tanta gente ao meu redor, e esse cheiro de solidão me sufocando.
Tanta variedade, e eu ainda opto pelo gosto amargo de minhas lágrimas.
Tão pouco espaço, e ainda assim eu continuo andando.
Tão previsível, e ainda assim fico surpresa.
Sinceramente eu não me importo - pelo menos gostaria de não me importar - com toda essa inutilidade
No fim, percebemos que tudo é só uma questão de futilidade.
Não sei que música ouvir, não sei para onde ir
tanto faz, que não seja eu mesma dizendo coisas contra mim, mesmo no mais puro silêncio.
Não sei o que fazer, o que temer, o que pensar, como continuar.
Eu só queria mesmo era um canto para eu chorar, chorar e chorar, sem parar.
Remoer minha tristeza, e depois engoli-la a força, como remédio... anti-depressivo talvez.
Me comportar como uma criança indefesa, que nunca tem culpa de nada.
Seguir em frente, sem ter medo por não conhecer a estrada.
Ouvir menos, ver menos, falar mais, sentir mais!
Talvez jamais...
Mas quem será capaz de me fazer desistir?! Me diz, quem será capaz?!
Preciso acreditar que ainda há muito por vir (me contento com só um pouco mais).
Sei que não tenho tudo que quero, e que não quero tudo que tenho.
Mas não sou ingrata... julgue ambiciosa se quiser.
Ver os problemas com outros olhos, e as pessoas como se nem os tivesse. Bem melhor.
Abandonar o mundo, ou conseguir torna-lo melhor, ou maior, de modo que ninguém fique - ou se sinta - de fora...
Ao menos habitável, suportável.
Paz, sorrisos verdadeiros, uma pessoa, um lugar.
Me deixe sonhar...
Me deixe sangrar um pouco mais...
Mal posso esperar para sair e sorrir, como se tudo estivesse em paz.

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

"Querido" Senhor do tempo...

Sabe o que eu acho?
Que deveriamos ter um controle remoto, ou apenas um simples botão...
Todos nós, ou não.
Daqueles que é só tu apertar, para o tempo avançar, ou voltar. Assim não haveria tédio, nem medo, nem ansiedade.
Confesso, meu passado me deixa confusa, meu presente me deixa angustiada, e meu futuro me perturba.
Mas porque? O que passou, passou, e eu sei que nada trará de volta.
Não tenho porque fugir do presente, se ele já me alcançou. E estou ciente de que temos que aproveitar o aqui e o agora, antes que o futuro venha e nos tire tudo, outra vez.
E à respeito do futuro? O que tenho a perder? TUDO! ou nada...
De certa forma, fico imaginando, quantas vezes ainda cairei, e quem me ajudará a levantar.
Quantos amigos ainda perderei e quantos ainda me perderão.
Quantas vezes ainda vencerei e quantas vezes ainda me vencerão.
Quantas vezes ainda errarei e quantas vezes ainda terei que pedir perdão.
Quantas vezes ainda irei ser magoada, e quantas vezes ainda sofrerei calada.
Oh Senhor do tempo, porque és tão cruel comigo? Logo eu, que tento ser sempre tão sincera.
Me deixastes nessa triste espera, na amarga expectativa, e quando viera, transformastes verão em primavera, e arrancastes de mim todos aqueles sonhos que me deixavam assim, que me davam mil motivos para sorrir.
Mas o que é felicidade afinal? Abstrato! Uma tarde chegando ao final, de frente pro mar, sentindo a brisa bater, querendo me levar, e o abraço de meu amado à me confortar? Então tu chega para me acordar.
Hora de partir. Mas eu não estava pronta, sequer disse adeus.
Mas se essa foi a vontade de Deus, tudo bem... Me poupou deste trabalho, foi até bom, despedidas iriam acabar comigo, sabendo que um reencontro não viria a existir. Então eu tive que partir, mas talvez não seja tão ruim. Pior poderia ser. Melhor, que tal?
Mas senhor, és tão imprevisível, faça-me uma surpresa boa. Me traga de volta aqueles dias maravilhosos, ou apenas me tire daqui!
Eu cansei, e não aguento mais ficar à procura de controles remotos que mudem tudo ao meu redor com um simples toque em um botão.
Paro por aqui, muitos controles estão à minha espera, e eu começarei pelos da televisão, porque não? Se até o destino ainda me surpreende, tenho motivos para desconfiança, então.

domingo, 29 de julho de 2007

Pra falar bem a verdade...

Isso tudo foi uma grande besteira.
É algo do qual não quero me lembrar.
Tudo apagado.
Nunca existiu.

sábado, 28 de julho de 2007

Mais uma xícara de café frio, por favor.

Ele veio de novo.
Entrou sem pedir licença, e do mesmo jeito saiu.
Não ficou mais que cinco minutos. Nunca fica, quem sabe dez, no máximo.
O tempo de um café.
Muito e muito pouco.
Acho que não o conheço direito, talvez nunca tive oportunidade. Talvez ele nunca quis.
Como eu posso saber? De maneira alguma.
A falta de assunto é desagradável, e isso me traz a impressão de que somos desconhecidos. Cara a cara.
Apesar de tudo, ele não deixa de ser quem é para mim (só as vezes).
Ausência.
Já pensei em me aproximar, mas talvez não fosse uma idéia muito boa. Temos vidas diferentes, e de certa forma, distantes.
Não o culpo, sei que não é fácil lidar comigo.
Não pedi isso, não pedi assim, e não estou reclamando.
Não o escuto. Ou será que é ele que não diz?
Não sei se sinto saudades, normal seria se sim, mas "não sei" é realmente estranho.
De qualquer forma, não gosto muito das visitas, pois cada vez que ele vira as costas e se vai, leva um pedaço de mim.
Lembro-me da primeira vez que ele se foi. Voltou algumas vezes, não com muita freqüência, mas voltou.
E ainda volta... Sei que voltará mais vezes. O problema é: quando?
Terapia!
Porque?
Você se importa?
(...)
Eu acho que isso é um não.
Mas o que posso fazer? Ele é maravilhoso!
Me vê mais uma xícara, eu preciso exagerar um pouco mais enquanto espero ele voltar outra vez.

quinta-feira, 26 de julho de 2007

People always leave.

É só uma questão de tempo até eu te perder também. Pessoas sempre abandonam. Talvez eu esteja exagerando... Talvez seja o meu exagero que afaste as pessoas que amo.
E no meio de tantos "abandonos", eu fui me tornando mais fria. E no meio de tantas marcas, o meu medo criou barreiras entre tantos sentimentos, e por esse motivo, acho que não faço mais questão nem do que mais quero.
Me desculpe se eu te machucar também.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

A queda é (quase) sempre certa.

Um único segundo pode acabar com mil maravilhas, não confie se der tudo certo. Um dia a verdade bate, e eu sei, a gente bate de volta. A força do impacto é tão grande que quando abrimos os olhos já estamos no chão. E agora, como você vai se levantar? Não tens mais tuas mentiras para ajudar-te. Então feche teus olhos, meu bem, volte a dormir, e nem pense em acordar... Com certeza o lugar de teus sonhos é melhor do que este lugar, e particularmente, eu nunca paguei por sonhar.

Por isso ainda opto por minhas fantasias e inutilidades.

quinta-feira, 7 de junho de 2007

Instável, Inefável.

Eu não poderia dizer que não estou bem...
mesmo sem ter motivos, continuo de cabeça erguida.
De certa forma, a melancolia me cai bem.
Você não vai ser capaz de entender a minha vida
Nem você, nem ninguém.
Há dias que vivi
e que nunca mais esqueci.
Dias de martírio que não via a hora de passar
Hoje eu os desejo ter de volta.
Quero o recomeço de tudo aquilo que teve que acabar.
Não me arrependo, nunca me arrependo
Mas hoje me rendo
com meu sorriso forçado, lembrando meu passado.
Minha alegria e tristeza caminhando lado à lado.
Em um mundo preto e branco
que eu insisto em colorir.
Fria e insensível, mas sempre à sorrir.


* talvez eu não saiba o melhor e o pior para mim.
mas não é nenhum desses fatores que me deixam assim.
é inefável, ou eu nem sei o que é, e ponto.
quando eu descobrir, prometo que lhe conto.

domingo, 3 de junho de 2007

O tipo certo de cara errado.

Não existe a pessoa certa. Não o errado.
Existe você.
E pra mim, isso basta.

sábado, 2 de junho de 2007

Everything I'm not.

Não sou tão bem humorada quando não estou acompanhada.
E nem me animo tanto quando existe o título de obrigação.
Não penso quando escolho (aliás, não escolho) .
Não sou tão decidida quando tenho mais de uma opção.
Nem faço caridade (procuro a realização pessoal).
Não sorrio tanto quando não estou nervosa.
Nem danço bem no meio da multidão.
E aceito críticas, não ofensas.
Não cicatrizo (fácil) .
Não sou simpática, Não sou bonita, Não sou legal, Não sou boazinha

...Mas sei fingir como ninguém.

domingo, 20 de maio de 2007

Chegou a hora de recomeçar.

Todo mundo tem a vontade e o direito de tentar algo novo, e para isso não tem data marcada, basta ter vontade ou coragem.
Atualmente, poucos tem coragem de mudar, e quando eu falo de mudar, não digo de mudar a cor do cabelo, ou comprar roupas novas, e coisas do tipo, e sim se tornar alguém mais digno, e acima de tudo, mais feliz! Que não agrade aos outros, mas a si mesmo. E aí está o medo de tentar e de procurar a auto-satisfação, ao pensar no que os outros vão pensar, então você prefere se esconder sendo apenas igual e infeliz. E é por isso que prefiro encarar, porque disso é feito a vida. Você deve fazer as coisas quando der vontade, seja o que for, porque pecado é deixar a vida passar diante de seus olhos sem vivê-la, e é disso que você deve ter medo. Você não vai se arrepender se tentar, pelo contrário. Então por que não tentar algo diferente? Por que cair na rotina? Por que se preocupar, se um dia tudo vai acabar? Daqui a pouco é tarde demais.