Isso tudo foi uma grande besteira.
É algo do qual não quero me lembrar.
Tudo apagado.
Nunca existiu.
domingo, 29 de julho de 2007
sábado, 28 de julho de 2007
Mais uma xícara de café frio, por favor.
Ele veio de novo.Entrou sem pedir licença, e do mesmo jeito saiu.
Não ficou mais que cinco minutos. Nunca fica, quem sabe dez, no máximo.
O tempo de um café.
Muito e muito pouco.
Acho que não o conheço direito, talvez nunca tive oportunidade. Talvez ele nunca quis.
Como eu posso saber? De maneira alguma.
A falta de assunto é desagradável, e isso me traz a impressão de que somos desconhecidos. Cara a cara.
Apesar de tudo, ele não deixa de ser quem é para mim (só as vezes).
Ausência.
Já pensei em me aproximar, mas talvez não fosse uma idéia muito boa. Temos vidas diferentes, e de certa forma, distantes.
Não o culpo, sei que não é fácil lidar comigo.
Não pedi isso, não pedi assim, e não estou reclamando.
Não o escuto. Ou será que é ele que não diz?
Não sei se sinto saudades, normal seria se sim, mas "não sei" é realmente estranho.
De qualquer forma, não gosto muito das visitas, pois cada vez que ele vira as costas e se vai, leva um pedaço de mim.
Lembro-me da primeira vez que ele se foi. Voltou algumas vezes, não com muita freqüência, mas voltou.
E ainda volta... Sei que voltará mais vezes. O problema é: quando?
Terapia!
Porque?
Você se importa?
(...)
Eu acho que isso é um não.
Mas o que posso fazer? Ele é maravilhoso!
Me vê mais uma xícara, eu preciso exagerar um pouco mais enquanto espero ele voltar outra vez.
quinta-feira, 26 de julho de 2007
People always leave.
É só uma questão de tempo até eu te perder também. Pessoas sempre abandonam. Talvez eu esteja exagerando... Talvez seja o meu exagero que afaste as pessoas que amo.
E no meio de tantos "abandonos", eu fui me tornando mais fria. E no meio de tantas marcas, o meu medo criou barreiras entre tantos sentimentos, e por esse motivo, acho que não faço mais questão nem do que mais quero.
Me desculpe se eu te machucar também.
E no meio de tantos "abandonos", eu fui me tornando mais fria. E no meio de tantas marcas, o meu medo criou barreiras entre tantos sentimentos, e por esse motivo, acho que não faço mais questão nem do que mais quero.
Me desculpe se eu te machucar também.
quarta-feira, 11 de julho de 2007
A queda é (quase) sempre certa.
Um único segundo pode acabar com mil maravilhas, não confie se der tudo certo. Um dia a verdade bate, e eu sei, a gente bate de volta. A força do impacto é tão grande que quando abrimos os olhos já estamos no chão. E agora, como você vai se levantar? Não tens mais tuas mentiras para ajudar-te. Então feche teus olhos, meu bem, volte a dormir, e nem pense em acordar... Com certeza o lugar de teus sonhos é melhor do que este lugar, e particularmente, eu nunca paguei por sonhar.
Por isso ainda opto por minhas fantasias e inutilidades.
Por isso ainda opto por minhas fantasias e inutilidades.
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