De longe todo mundo se preocupa.
De longe todo mundo é presente, todo mundo é amigo, todo mundo é amor, todo mundo se importa.
De longe todo mundo me ama.
Mantenha distância, eu prefiro assim.
De perto é tudo diferente...
De perto o tempo passa, as coisas mudam.
De perto tudo é real e frustrante. As pessoas enxergam melhor e eu já nem preciso dos meus óculos.
Assim é tudo mais complicado, de perto não há exclusividade. Maldito egoísmo.
O tempo passa.
As coisas mudam.
De perto cada um tem sua vida. Tudo é descartável. Maldito individualismo.
De perto é tudo tão junto, tão separado, tão próximo, tão tumultuado, e as pessoas trombam em mim.
Quero preocupações reais.
Quero parar de me esconder.
Quero voltar no tempo. Mas disso, falo depois.
O tempo passa, as coisas mudam.
Está ficando tarde.
Não gosto das coisas assim.
Eu, sempre optando por ilusões, quero ir embora daqui para bem longe, tendo em mente o ingênuo pensamento de que assim tudo seria melhor.
A distância está na proximidade.
sábado, 21 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Tive vontade de dispensar o título dessa vez.
"Mais um ano se foi e eu não perdi nenhum dia..."
É o segundo mês do ano e tudo continua exatamente igual.
É sempre a mesma coisa, as mesmas pessoas, os mesmos erros, as mesmas desculpas.
Não tem nada de novo por aqui. Eu não tenho nada de novo para contar.
Existem algumas surpresas. Surpresas boas, surpresas ruins e outras que eu não sei em qual gênero encaixar.
Pela primeira vez eu não chorei na virada do ano, mas isso é algo que não iria interessar ninguém a não ser minha psicóloga.
Fiz uma viagem desnecessária que apesar dos pesares não foi uma tortura tão grande.
Me permiti, me arrisquei, não me controlei. Comecei fazendo tudo o que me dava vontade.
Dei a cara à tapa mais uma vez e, outra vez levei o tapa. Posso dizer que dessa vez doeu menos. Ao menos, esperei que fosse doer mais.
Acho que estou aprendendo a lidar com as coisas, e essa surpresa se encaixa no gênero "sei lá se é bom ou ruim".
Mas mesmo assim, nada mudou completamente, e eu odeio as coisas pela metade.
Acho que mudei o meu jeito de escrever e sinto muito por isso... Ou não. Desculpa, mas deu vontade.
Eu gritei.
Eu corri.
Eu falei.
Eu ouvi.
E fingi não me importar.
Eu mudei?
Eu nunca mudo. Sou a mesma garota que odeia dizer "nunca".
Não, você não sabe como é ser alguém como eu e nunca querer parar.
Nunca.
Nunca sei até quando o "nunca" e o "pra sempre" duram.
Mas aqui estou eu, um passo à frente.
Com mais responsabilidades, menos tempo, mais frio na barriga e mais impulsividades ou não... aqui estou eu.
E aqui permanecerei... sei lá até quando. Nada de certezas, só impulsividades.
Just don't let me down.
É o segundo mês do ano e tudo continua exatamente igual.
É sempre a mesma coisa, as mesmas pessoas, os mesmos erros, as mesmas desculpas.
Não tem nada de novo por aqui. Eu não tenho nada de novo para contar.
Existem algumas surpresas. Surpresas boas, surpresas ruins e outras que eu não sei em qual gênero encaixar.
Pela primeira vez eu não chorei na virada do ano, mas isso é algo que não iria interessar ninguém a não ser minha psicóloga.
Fiz uma viagem desnecessária que apesar dos pesares não foi uma tortura tão grande.
Me permiti, me arrisquei, não me controlei. Comecei fazendo tudo o que me dava vontade.
Dei a cara à tapa mais uma vez e, outra vez levei o tapa. Posso dizer que dessa vez doeu menos. Ao menos, esperei que fosse doer mais.
Acho que estou aprendendo a lidar com as coisas, e essa surpresa se encaixa no gênero "sei lá se é bom ou ruim".
Mas mesmo assim, nada mudou completamente, e eu odeio as coisas pela metade.
Acho que mudei o meu jeito de escrever e sinto muito por isso... Ou não. Desculpa, mas deu vontade.
Eu gritei.
Eu corri.
Eu falei.
Eu ouvi.
E fingi não me importar.
Eu mudei?
Eu nunca mudo. Sou a mesma garota que odeia dizer "nunca".
Não, você não sabe como é ser alguém como eu e nunca querer parar.
Nunca.
Nunca sei até quando o "nunca" e o "pra sempre" duram.
Mas aqui estou eu, um passo à frente.
Com mais responsabilidades, menos tempo, mais frio na barriga e mais impulsividades ou não... aqui estou eu.
E aqui permanecerei... sei lá até quando. Nada de certezas, só impulsividades.
Just don't let me down.
Assinar:
Postagens (Atom)
