Falta muito pouco para a chegada do ano novo.
Já mencionei que dezembro consegue ser o mês mais insuportável de todos?
Natal, Ano novo, meu aniversário... não necessariamente nessa ordem. Mas um grande porre, de toda forma.
A tortura maior começa no dia 23... O mundo inteiro te dando parabéns. Parabéns pelo quê? Eu nem fiz nada. É... um ano a menos. Nem ligo.
Depois, natal: todas as pessoas super amigáveis, se abraçando e desejando um "feliz natal". Por que, hein? Me diz. Os japoneses que me perdoem mas eu estou farta dessas luzinhas piscantes e escrotas. Calma... só mais três horas e meia.
Daqui quatro horas estarei com os queridinhos e alguns desconhecidos também (óbviamente, pra não perder o costume idiota de fim de ano, onde todos se amam e todos vivem em paz), estourando champagne de ótima qualidade, se abraçando e gritando "feliz ano novo!" ou coisa que o valha. E claro que eu estarei sorrindo... é essencial sorrir nessas horas. Umas duas ou três horas depois eu estarei no meu quarto ouvindo Cazuza e me afogando em um mar de lágrimas. Antítese. Estranho. Mas é verdade, fim de ano é deprimente... Sim, pense em todas as oportunidades perdidas no decorrer do ano e, todos os momentos bons que não voltarão e tudo mais. Eu sei, é besteira, mas a melancolia não se importa.
Não consigo fazer mil planos e promessas para um novo ano. Simplesmente não consigo. Que droga, como assim ano novo? Cada segundo é um segundo novo, cada minuto, cada hora, cada dia... Então eu posso comemorar inovações quando bem entender?
O importante é que o efeito psicológico que o "ano novo" provoca nas pessoas é no mínimo bem interessante.
Então, de qualquer forma, aproveitem esse último momento para gritar todas as dores do ano, chorar todas as lágrimas que foram contidas nesses 365 dias, e dar todos os abraços que você, por algum motivo estúpido, deixou de dar.
Nos vemos em 2009.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Quando um sonho se torna realidade, deixa de ser sonho para virar pesadelo.
Quando meus olhos se encontraram com os dele, eu já sentia tudo outra vez.
Toda aquela merda egoísta que aos olhos de qualquer poeta barato e iludido pareceria lindo, mas não... não é nem um pouco lindo. Mania idiota que as pessoas têm de achar algo bonito em sofrimento alheio.
Quando o encontrei, ele já estava totalmente desamparado. Chorava feito criança. estava me esperando fazia horas.
- Achei que você não viria - ele disse.
- O atraso é um charme indispensável.
Tentei continuar me mostrando ser forte, fria, insensível. Durante alguns minutos que pareciam serem horas, creio que consegui aparentar que estava pouco me lixando para as lágrimas dele e todo o resto. Pouco depois, comecei a chorar também... Não aguentei ouvir tudo aquilo. Toda a verdade do que sempre duvidei estampada na minha cara, assim, toda a sinceridade que sempre esperei ouvir jogada em cima de mim no momento mais inesperado. Quando percebi que aquilo ainda mexia comigo, já não sabia se enxugava as minhas lágrimas ou as dele.
Tarde demais, perto demais.
- Não chora assim, dificulta o que vim dizer.
Era o clichê mais fajuto que eu poderia soltar naquele momento. Mas se ele soubesse que os meus clichês nem são tão clichês assim, e que na verdade, eles são tudo o que há de mais puro e sincero em mim, nunca teria me dito coisas tão desagradáveis.
- Eu sinto muito.
Ele sempre sente.
Na verdade é uma grande mentira, quem sente sou eu. Sempre senti.
- Sim, você foi um idiota.
Ele nunca esperou que eu fosse dizer isso. Todas as vezes que ele pedia desculpas dizendo que tinha sido um idiota, eu discordava e dizia para ele não se culpar. Eu era uma idiota quando fazia isso.
- Eu amo você. Sinto saudades. Não sei o que faço.
- De novo? Até quando terei que aguentar isso? Por quanto tempo suportarei você pisando em mim e depois correndo de volta para me ter em seus braços como uma criança burra e indefesa?
- Você é muito instável as vezes.
Sim, eu sei que sou instável, eu sei que sou paradoxal, eu sei que sou orgulhosa.
- Não vai dizer nada? - ele disse, como se estivessemos discutindo algo super polêmico, um típico toma lá, dá cá.
- Você é muito instável sempre.
Que novela, meu querido, que novela... Já tinha dito que sou uma ótima atriz, o difícil é diferenciar quando estou fingindo de quando realmente estou sentindo na pele. Na maioria das vezes estou sentindo na pele e sofrendo calada.
- Fiz a maior besteira de toda a minha vida.
- Sim, você fez, mas tenho certeza que besteiras maiores virão.
Nesse momento tive toda a certeza: consigo ser mais filha da puta do que ele. Consigo ser a pessoa mais filha da puta do mundo.
Ele se calou e, eu quebrei o silêncio.
- Eu te amo.
Ele me olhou esperançoso. Seus olhos brilhavam, toda a nossa trilha sonora de músicas bonitinhas e estúpidas tocavam ao fundo, mas na verdade, sei que era apenas coisa de nosso lado irracional, de nossa mentalidade fértil e ingenua.
- É bom ouvir isso, me conforta. Eu te amo muito. - disse ele, pouco tempo depois.
- Mas eu não quero o seu amor.
Olhei bem no fundo dos olhos dele. Por pouco não vi a sua alma... ou quem sabe até cheguei a ver e agora não estou lembrada.
Ele ficou mudo. Sem ação, sem reação, sem porra nenhuma que a droga da física que eu sempre odiei julgaria como algo totalmente errado.
- Isso é um adeus? - disse ele tentando voltar para si.
- Esse é o nosso último adeus, não ouse voltar. - respondi.
E não satisfeita, disse, para terminar:
- Se algum dia eu disse que iria te esperar, é mentira... eu não sou assim.
E esse foi mais um clichê. O meu último clichê. E talvez o único clichê sem sinceridade dito por mim.
Virei as costas e fui embora sem olhar pra trás. Sim, eu sei que ele chorou. Eu ouvi a sua respiração ofegante, eu senti a dor que ele sentia... eu sentia as lágrimas dele rolarem pelo meu rosto. Mas não voltei. Não mais sofreria.
Dizer o que você sente, as vezes, pode ser muito frustrante.
Se foi real? Não sei, mas no outro dia acordei com uma baita dor de cabeça, e naquele dia eu sequer tinha bebido.
Toda aquela merda egoísta que aos olhos de qualquer poeta barato e iludido pareceria lindo, mas não... não é nem um pouco lindo. Mania idiota que as pessoas têm de achar algo bonito em sofrimento alheio.
Quando o encontrei, ele já estava totalmente desamparado. Chorava feito criança. estava me esperando fazia horas.
- Achei que você não viria - ele disse.
- O atraso é um charme indispensável.
Tentei continuar me mostrando ser forte, fria, insensível. Durante alguns minutos que pareciam serem horas, creio que consegui aparentar que estava pouco me lixando para as lágrimas dele e todo o resto. Pouco depois, comecei a chorar também... Não aguentei ouvir tudo aquilo. Toda a verdade do que sempre duvidei estampada na minha cara, assim, toda a sinceridade que sempre esperei ouvir jogada em cima de mim no momento mais inesperado. Quando percebi que aquilo ainda mexia comigo, já não sabia se enxugava as minhas lágrimas ou as dele.
Tarde demais, perto demais.
- Não chora assim, dificulta o que vim dizer.
Era o clichê mais fajuto que eu poderia soltar naquele momento. Mas se ele soubesse que os meus clichês nem são tão clichês assim, e que na verdade, eles são tudo o que há de mais puro e sincero em mim, nunca teria me dito coisas tão desagradáveis.
- Eu sinto muito.
Ele sempre sente.
Na verdade é uma grande mentira, quem sente sou eu. Sempre senti.
- Sim, você foi um idiota.
Ele nunca esperou que eu fosse dizer isso. Todas as vezes que ele pedia desculpas dizendo que tinha sido um idiota, eu discordava e dizia para ele não se culpar. Eu era uma idiota quando fazia isso.
- Eu amo você. Sinto saudades. Não sei o que faço.
- De novo? Até quando terei que aguentar isso? Por quanto tempo suportarei você pisando em mim e depois correndo de volta para me ter em seus braços como uma criança burra e indefesa?
- Você é muito instável as vezes.
Sim, eu sei que sou instável, eu sei que sou paradoxal, eu sei que sou orgulhosa.
- Não vai dizer nada? - ele disse, como se estivessemos discutindo algo super polêmico, um típico toma lá, dá cá.
- Você é muito instável sempre.
Que novela, meu querido, que novela... Já tinha dito que sou uma ótima atriz, o difícil é diferenciar quando estou fingindo de quando realmente estou sentindo na pele. Na maioria das vezes estou sentindo na pele e sofrendo calada.
- Fiz a maior besteira de toda a minha vida.
- Sim, você fez, mas tenho certeza que besteiras maiores virão.
Nesse momento tive toda a certeza: consigo ser mais filha da puta do que ele. Consigo ser a pessoa mais filha da puta do mundo.
Ele se calou e, eu quebrei o silêncio.
- Eu te amo.
Ele me olhou esperançoso. Seus olhos brilhavam, toda a nossa trilha sonora de músicas bonitinhas e estúpidas tocavam ao fundo, mas na verdade, sei que era apenas coisa de nosso lado irracional, de nossa mentalidade fértil e ingenua.
- É bom ouvir isso, me conforta. Eu te amo muito. - disse ele, pouco tempo depois.
- Mas eu não quero o seu amor.
Olhei bem no fundo dos olhos dele. Por pouco não vi a sua alma... ou quem sabe até cheguei a ver e agora não estou lembrada.
Ele ficou mudo. Sem ação, sem reação, sem porra nenhuma que a droga da física que eu sempre odiei julgaria como algo totalmente errado.
- Isso é um adeus? - disse ele tentando voltar para si.
- Esse é o nosso último adeus, não ouse voltar. - respondi.
E não satisfeita, disse, para terminar:
- Se algum dia eu disse que iria te esperar, é mentira... eu não sou assim.
E esse foi mais um clichê. O meu último clichê. E talvez o único clichê sem sinceridade dito por mim.
Virei as costas e fui embora sem olhar pra trás. Sim, eu sei que ele chorou. Eu ouvi a sua respiração ofegante, eu senti a dor que ele sentia... eu sentia as lágrimas dele rolarem pelo meu rosto. Mas não voltei. Não mais sofreria.
Dizer o que você sente, as vezes, pode ser muito frustrante.
Se foi real? Não sei, mas no outro dia acordei com uma baita dor de cabeça, e naquele dia eu sequer tinha bebido.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Goodbye, my love.
Eu não consigo entender como as coisas podem mudar tão radicalmente, e olha que eu achei que já fosse especialista no assunto.
Você jurou que estaria bem aqui. Sim, você jurou para mim. Prometeu três vezes, ou até mais.
Mas foi embora... Foi embora e faz é muito tempo, mas precisei de um "adeus" oficial e bem pronunciado - quem sabe até soletrado - para conseguir entender. Talvez pelo fato de eu ter acreditado, ter sonhado, que você estaria sempre aqui. Todas aquelas pessoas irreais passariam, diriam adeus, me abandonariam como todo mundo um dia fez ou com certeza fará, mas eu não iria me importar, pois você ainda estaria bem aqui, junto comigo, incondicionalmente. Demorou, mas percebi que essa parada de "incondicional" não existe. Não por muito tempo.
Sei que a culpa foi minha. A culpa sempre é minha. Mas ainda assim, você prometeu, disse que independente de qualquer coisa não me deixaria. O que eu faço com o vazio? O que eu faço se eu cair? Te mantenho em minha memória? Já não é tão fácil. Estou perdida.
Eu aceito.
Me conformo.
Te digo adeus.
Te digo mais: não te amo mais.
Mas isso é tudo uma grande mentira. Você me conhece bem.
Eu preciso aparentar ser insensível. É a minha defesa.
Apesar de que, você sabe e eu também sei, no final de tudo eu acabarei em seus braços, chorando feito criança, e só você poderá me acalmar.
Deixe o amor encontrar uma saída.
Eu te amo até o fim... Você poderia me amar?
Você jurou que estaria bem aqui. Sim, você jurou para mim. Prometeu três vezes, ou até mais.
Mas foi embora... Foi embora e faz é muito tempo, mas precisei de um "adeus" oficial e bem pronunciado - quem sabe até soletrado - para conseguir entender. Talvez pelo fato de eu ter acreditado, ter sonhado, que você estaria sempre aqui. Todas aquelas pessoas irreais passariam, diriam adeus, me abandonariam como todo mundo um dia fez ou com certeza fará, mas eu não iria me importar, pois você ainda estaria bem aqui, junto comigo, incondicionalmente. Demorou, mas percebi que essa parada de "incondicional" não existe. Não por muito tempo.
Sei que a culpa foi minha. A culpa sempre é minha. Mas ainda assim, você prometeu, disse que independente de qualquer coisa não me deixaria. O que eu faço com o vazio? O que eu faço se eu cair? Te mantenho em minha memória? Já não é tão fácil. Estou perdida.
Eu aceito.
Me conformo.
Te digo adeus.
Te digo mais: não te amo mais.
Mas isso é tudo uma grande mentira. Você me conhece bem.
Eu preciso aparentar ser insensível. É a minha defesa.
Apesar de que, você sabe e eu também sei, no final de tudo eu acabarei em seus braços, chorando feito criança, e só você poderá me acalmar.
Deixe o amor encontrar uma saída.
Eu te amo até o fim... Você poderia me amar?
domingo, 19 de outubro de 2008
Se você tem o direito, faça direito.
É tudo muito insípido agora.
Sem você eu perco os sentidos, perco a razão, perco a fala, perco as idéias e todo o resto.
Bebida nenhuma preenche, droga nenhuma completa.
E eu apenas fico aqui, sozinha com esses dias vazios...
Talvez eu pudesse voltar atrás e dizer tudo o que eu precisava... mas de nada me valeria, tendo em mente que a situação continuaria sendo a mesma.
O que te dá o direito de voltar dessa maneira?
O que te dá o direito de invadir meus pensamentos?
O que te dá o direito de tomar conta de todos os meus sentimentos?
Amor e ódio, raiva e desespero.
Cada sentimento confuso que me enche de você... Eu estou cheia de você! Estou bêbada de você.
O que te dá o maldito direito de foder com a minha mente?
O que te dá o maldito direito de ser sempre a ressaca mais doce de toda a minha vida?
Eu fico perdida, e você não cicatriza.
E eu não sei mais se há razão em tudo isso... sequer sei se algum dia teve.
Mas é o meu mal necessário... minha dose diária de você, pra acabar com os meus dias, pra me deixar pensando...
Será que um dia você volta de verdade?
Será que um dia as dúvidas se acabarão?
E o que é impossível afinal?
E o que é eternidade afinal?
Promessas nem sempre são o suficiente.
Mas hoje eu acredito.
E de que me vale tudo isso?
E de que me vale você apenas dentro de mim e ao mesmo tempo assim tão longe, distante e amargo?
O que te dá o maldito direito de deixar tudo tão mal resolvido?
Eu estou esperando para ouvir mais um "adeus" e ver você voltando daqui alguns meses.
Mal posso esperar para sentir o gosto das lágrimas que você provoca em mim novamente.
Mas o que me dá o direito de jogar todas essas palavras estúpidas para o alto?
E de que me vale tudo isso?
Sem você eu perco os sentidos, perco a razão, perco a fala, perco as idéias e todo o resto.
Bebida nenhuma preenche, droga nenhuma completa.
E eu apenas fico aqui, sozinha com esses dias vazios...
Talvez eu pudesse voltar atrás e dizer tudo o que eu precisava... mas de nada me valeria, tendo em mente que a situação continuaria sendo a mesma.
O que te dá o direito de voltar dessa maneira?
O que te dá o direito de invadir meus pensamentos?
O que te dá o direito de tomar conta de todos os meus sentimentos?
Amor e ódio, raiva e desespero.
Cada sentimento confuso que me enche de você... Eu estou cheia de você! Estou bêbada de você.
O que te dá o maldito direito de foder com a minha mente?
O que te dá o maldito direito de ser sempre a ressaca mais doce de toda a minha vida?
Eu fico perdida, e você não cicatriza.
E eu não sei mais se há razão em tudo isso... sequer sei se algum dia teve.
Mas é o meu mal necessário... minha dose diária de você, pra acabar com os meus dias, pra me deixar pensando...
Será que um dia você volta de verdade?
Será que um dia as dúvidas se acabarão?
E o que é impossível afinal?
E o que é eternidade afinal?
Promessas nem sempre são o suficiente.
Mas hoje eu acredito.
E de que me vale tudo isso?
E de que me vale você apenas dentro de mim e ao mesmo tempo assim tão longe, distante e amargo?
O que te dá o maldito direito de deixar tudo tão mal resolvido?
Eu estou esperando para ouvir mais um "adeus" e ver você voltando daqui alguns meses.
Mal posso esperar para sentir o gosto das lágrimas que você provoca em mim novamente.
Mas o que me dá o direito de jogar todas essas palavras estúpidas para o alto?
E de que me vale tudo isso?
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
O destino nega um bom título.
Fazia tempo que não parava para escrever algo. Confesso que estava corrida, mesmo não sendo tão responsável e cheia de compromissos assim. As provas me tomaram um bom tempo, mas os resultados estão compensando. O destino deve ter culpa nisso aí também... sei lá, é tão mais simples culpar o destino por tudo.
O destino te levou pra longe de mim.
O destino te fodeu a mente.
O destino te tornou um idiota.
O destino se encarregou de fazer tudo sozinho e acabou com tudo por nós.
Maldito destino, sempre confundindo cabecinhas alheias.
Sem contar o fato dele sempre me arrancar as palavras, me deixar sem ação, sem reação.
Esse destino é um filho da puta mesmo.
No mais, fico por aqui, mas volto em breve...
E nem a porra do destino me segura!
O destino te levou pra longe de mim.
O destino te fodeu a mente.
O destino te tornou um idiota.
O destino se encarregou de fazer tudo sozinho e acabou com tudo por nós.
Maldito destino, sempre confundindo cabecinhas alheias.
Sem contar o fato dele sempre me arrancar as palavras, me deixar sem ação, sem reação.
Esse destino é um filho da puta mesmo.
No mais, fico por aqui, mas volto em breve...
E nem a porra do destino me segura!
terça-feira, 15 de julho de 2008
A Dança das Estações.
Vem sem medo aos meus braços, meu amor.
Que a tristeza não vai mais espreitar pelos cantos
e apertar assim o peito.
Fica assim, aqui perto,
que o teu cheiro me faz seguro,
teu calor me protege e teu corpo me cura o vazio.
Para que brincar de ter razão?
É besteira não querer errar
e é tolice demais curtir a dor.
Deixa pra lá tudo isso
e vem dançar a dança das estações.
(...)
Gosto de te ver rindo
e da riqueza das coisas simples
que guardo qual tesouros.
E a beleza está em não ter pressa.
Que corremos demais, meu amor,
e é hora de parar, deitar na grama,
falar só besteira e rir da vida.
Ah, deixa isso pra lá
que esse mundo é todo errado.
Fica perto então
que tanta solidão já feriu demais.
"A Dança das Estações", por Fabio "Nenê" Altro. (Dance Of Days).
(O cara é foda, e eu estou sem vontade de postar qualquer besteira escrita por mim no momento, obrigada.)
Que a tristeza não vai mais espreitar pelos cantos
e apertar assim o peito.
Fica assim, aqui perto,
que o teu cheiro me faz seguro,
teu calor me protege e teu corpo me cura o vazio.
Para que brincar de ter razão?
É besteira não querer errar
e é tolice demais curtir a dor.
Deixa pra lá tudo isso
e vem dançar a dança das estações.
(...)
Gosto de te ver rindo
e da riqueza das coisas simples
que guardo qual tesouros.
E a beleza está em não ter pressa.
Que corremos demais, meu amor,
e é hora de parar, deitar na grama,
falar só besteira e rir da vida.
Ah, deixa isso pra lá
que esse mundo é todo errado.
Fica perto então
que tanta solidão já feriu demais.
"A Dança das Estações", por Fabio "Nenê" Altro. (Dance Of Days).
(O cara é foda, e eu estou sem vontade de postar qualquer besteira escrita por mim no momento, obrigada.)
segunda-feira, 19 de maio de 2008
O triturador de sonhos.
É incrível como eu nunca aprendo.
É incrível como todos os meus sonhos, independente do gênero ou qualquer outra classificação, insistem em serem despedaçados.
E eu sabia desde o começo que ia acabar quebrando a cara e meus sonhos iriam parar no triturador no fim das contas, eu sempre sei, e sempre insisto em me dar o benefício da dúvida, sabendo que vou sofrer por algo que poderia ter sido evitado. Mas eu nunca evito, eu vivo.
Vivo no meu mundo de ilusões e a minha única companhia é o meu triturador de sonhos que vive para remoer toda essa felicidade em realidade. É frustrante.
Minhas mãos já estão deformadas de tanto tentar tirar esses sonhos de dentro do triturador. Mas me diz, de que adianta? É em vão, sempre em vão... Mas nada me faz deixar de correr atrás dos meus sonhos e ilusões. É lamentável.
Quem sabe um dia desses eu acabe ficando sem mãos para agarrar os sonhos triturados.
E então eu serei uma inválida, sem medo, sem expectativas, sem dor e sem angustia.
NÃO! Pois já disse que nunca aprendo, oras!
E o triturador, é mais insistente ainda.
Viverei com meus sonhos despedaçados e minhas falsas expectativas até o triturador se cansar de mim.
Afinal, um dia todo mundo cansa...
E nessas horas é triste lembrar que o mundo todo não me inclui.
É incrível como todos os meus sonhos, independente do gênero ou qualquer outra classificação, insistem em serem despedaçados.
E eu sabia desde o começo que ia acabar quebrando a cara e meus sonhos iriam parar no triturador no fim das contas, eu sempre sei, e sempre insisto em me dar o benefício da dúvida, sabendo que vou sofrer por algo que poderia ter sido evitado. Mas eu nunca evito, eu vivo.
Vivo no meu mundo de ilusões e a minha única companhia é o meu triturador de sonhos que vive para remoer toda essa felicidade em realidade. É frustrante.
Minhas mãos já estão deformadas de tanto tentar tirar esses sonhos de dentro do triturador. Mas me diz, de que adianta? É em vão, sempre em vão... Mas nada me faz deixar de correr atrás dos meus sonhos e ilusões. É lamentável.
Quem sabe um dia desses eu acabe ficando sem mãos para agarrar os sonhos triturados.
E então eu serei uma inválida, sem medo, sem expectativas, sem dor e sem angustia.
NÃO! Pois já disse que nunca aprendo, oras!
E o triturador, é mais insistente ainda.
Viverei com meus sonhos despedaçados e minhas falsas expectativas até o triturador se cansar de mim.
Afinal, um dia todo mundo cansa...
E nessas horas é triste lembrar que o mundo todo não me inclui.
terça-feira, 13 de maio de 2008
Nesse silêncio todo eu não posso te ouvir.
Palavras são armas, e o silêncio é defesa.
Prefiro mesmo ficar quieta para não me machucar. Nunca se sabe quando colocarei tudo a perder dizendo coisas que você nunca deveria saber.
Guardo essa fase e esse sentimento só pra mim, e um dia tudo vai passar. Eu sei que vou lembrar, mas aí já será tarde e irrelevante.
É frustrante que eu não tenha noção do impossível... e é triste viver tudo isso sozinha. Mas eu vivo, e sempre vou viver assim. Ilusão aos meus olhos é algo normal, faz parte de mim e faz parte da minha rotina.
Eu acredito nessa ilusão. Talvez amanhã ou depois isso saia da minha cabeça, mas me alimento disso no momento, e, em cada momento de silêncio você vai desacreditar nela, enquanto ela me consumirá.
Pois deixe que consuma. Me deixe abraça-la, pq ela acabará indo embora sem dizer adeus. Quando eu me der conta, a realidade já terá vindo à tona, e você vai estar mais longe ainda.
E logo eu que sou de acreditar em futuro e fazer mil planos em torno de promessas, consegui me desiludir nesse aspecto.
Parabéns! Eu estou acordada.
(...)
E nem assim você sai de mim.
Prefiro mesmo ficar quieta para não me machucar. Nunca se sabe quando colocarei tudo a perder dizendo coisas que você nunca deveria saber.
Guardo essa fase e esse sentimento só pra mim, e um dia tudo vai passar. Eu sei que vou lembrar, mas aí já será tarde e irrelevante.
É frustrante que eu não tenha noção do impossível... e é triste viver tudo isso sozinha. Mas eu vivo, e sempre vou viver assim. Ilusão aos meus olhos é algo normal, faz parte de mim e faz parte da minha rotina.
Eu acredito nessa ilusão. Talvez amanhã ou depois isso saia da minha cabeça, mas me alimento disso no momento, e, em cada momento de silêncio você vai desacreditar nela, enquanto ela me consumirá.
Pois deixe que consuma. Me deixe abraça-la, pq ela acabará indo embora sem dizer adeus. Quando eu me der conta, a realidade já terá vindo à tona, e você vai estar mais longe ainda.
E logo eu que sou de acreditar em futuro e fazer mil planos em torno de promessas, consegui me desiludir nesse aspecto.
Parabéns! Eu estou acordada.
(...)
E nem assim você sai de mim.
domingo, 11 de maio de 2008
O amor é. Ele simplismente é.
As definições das crianças em uma pesquisa realizada num jardim de infância:
"Amor é quando alguém te magoa, e você, mesmo muito magoado, não grita, porque sabe que isso fere os sentimentos dessa pessoa" - Mathew, 6 anos
"Quando minha avó pegou artrite, ela não podia se debruçar para pintar as unhas dos dedos do pé. Meu avô, desde então, pinta as unha para ela. Mesmo quando ele tem artrite" - Rebecca, 8 anos
"Eu sei que minha irmã mais velha me ama, porque ela me dá todas as suas roupas velhas e tem que sair para comprar outras" - Lauren, 4 anos
"Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muito amigos, mesmo se conhecendo há muito tempo" - Tommy, 6 anos
"Quando alguém te ama, a forma de falar seu nome é diferente" - Billy, 4 anos
"Há dois tipos de amor, o nosso amor e o amor de Deus, mas o amor de Deus junta os dois" - Jenny, 4 anos
"Amor é quando mamãe vê o papai suado e mal cheiroso e ainda fala que ele é mais bonito que o Robert Redford" - Chris, 8 anos
"Durante minha apresentação de piano, eu vi meu pai na platéia me acenando e sorrindo. Era a única pessoa fazendo isso e eu não sentia medo" - Cindy, 8 anos
"Não deveríamos dizer eu te amo a não ser quando realmente o sintamos. e se sentimos, então deveríamos expressá-lo muitas vezes. As pessoas esquecem de dizê-lo" - Jessica, 8 anos
"Amor é se abraçar, amor é se beijar, amor é dizer não" - Patty, 8 anos
"Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que você deixa ele sozinho o dia inteiro" - Mary Ann, 4 anos
"Deus poderia ter dito palavras mágicas para que os pregos caíssem do crucifixo, mas ele não disse isso. Isso é amor" - Max, 5 anos.
"Amor é quando alguém te magoa, e você, mesmo muito magoado, não grita, porque sabe que isso fere os sentimentos dessa pessoa" - Mathew, 6 anos
"Quando minha avó pegou artrite, ela não podia se debruçar para pintar as unhas dos dedos do pé. Meu avô, desde então, pinta as unha para ela. Mesmo quando ele tem artrite" - Rebecca, 8 anos
"Eu sei que minha irmã mais velha me ama, porque ela me dá todas as suas roupas velhas e tem que sair para comprar outras" - Lauren, 4 anos
"Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muito amigos, mesmo se conhecendo há muito tempo" - Tommy, 6 anos
"Quando alguém te ama, a forma de falar seu nome é diferente" - Billy, 4 anos
"Há dois tipos de amor, o nosso amor e o amor de Deus, mas o amor de Deus junta os dois" - Jenny, 4 anos
"Amor é quando mamãe vê o papai suado e mal cheiroso e ainda fala que ele é mais bonito que o Robert Redford" - Chris, 8 anos
"Durante minha apresentação de piano, eu vi meu pai na platéia me acenando e sorrindo. Era a única pessoa fazendo isso e eu não sentia medo" - Cindy, 8 anos
"Não deveríamos dizer eu te amo a não ser quando realmente o sintamos. e se sentimos, então deveríamos expressá-lo muitas vezes. As pessoas esquecem de dizê-lo" - Jessica, 8 anos
"Amor é se abraçar, amor é se beijar, amor é dizer não" - Patty, 8 anos
"Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que você deixa ele sozinho o dia inteiro" - Mary Ann, 4 anos
"Deus poderia ter dito palavras mágicas para que os pregos caíssem do crucifixo, mas ele não disse isso. Isso é amor" - Max, 5 anos.
sexta-feira, 9 de maio de 2008
De jeito nenhum.
Eu vou mentir e dissimular.
Falar a verdade e fazer as coisas certas não deu certo até agora, e eu era mais compreendida quando me passava por irresponsável.
Você não sabe o que é ter que engolir seco... não, não sabe. Não sabe como a inconveniência desce rasgando a garganta.
Todas as cenas e todas as palavras forçadas estão sendo lançadas abismo abaixo.
Não deixe que elas me levem junto.
Eu não vou deixar.
Só não pense que irei me segurar em você.
Sei bem com quem não posso contar. Sei bem oque cada pessoa causa em mim.
Preciso levar essa náusea para fora e preciso me levar para bem longe daqui.
Me traga logo um maço antes que eu tenha que pedir "por favor" e vá embora antes que eu diga "obrigada".
De jeito nenhum.
Desapareça da minha frente antes que eu diga adeus.
Adeus, minha pequena infeliz...
Falar a verdade e fazer as coisas certas não deu certo até agora, e eu era mais compreendida quando me passava por irresponsável.
Você não sabe o que é ter que engolir seco... não, não sabe. Não sabe como a inconveniência desce rasgando a garganta.
Todas as cenas e todas as palavras forçadas estão sendo lançadas abismo abaixo.
Não deixe que elas me levem junto.
Eu não vou deixar.
Só não pense que irei me segurar em você.
Sei bem com quem não posso contar. Sei bem oque cada pessoa causa em mim.
Preciso levar essa náusea para fora e preciso me levar para bem longe daqui.
Me traga logo um maço antes que eu tenha que pedir "por favor" e vá embora antes que eu diga "obrigada".
De jeito nenhum.
Desapareça da minha frente antes que eu diga adeus.
Adeus, minha pequena infeliz...
sábado, 3 de maio de 2008
Todo exagero é um pouco duvidoso.
Sei bem que também sou cheia de defeitos, mas o maior de todos eles é o exagero.
Faço de uma simples frase o meu livro e de uma tola palavra um grande sentimento dentro de mim.
Tudo que naturalmente deveria ser irrelevante torna-se a coisa mais importante do mundo e o exagero funde-se com a intensidade. Isso me derruba e me deixa sem chão (é, estou exagerando).
Tudo que deveria apenas ser esquecido está em cada passo que eu dou, em cada palavra que sai de minha boca e em cada pensamento solitário que foge de minha cabeça para vagar sozinho por aí.
E tudo que deveria se organizar ficou devidamente fora do lugar.
O exagero confunde. A intensidade sai fora de qualquer controle tornando-se essencial e mata aos poucos. A única consequência dessa união é a insegurança.
Exagero, intensidade, insegurança: é disso que sou feita. Ou melhor: é disso que me fizeram.
Isso me impede de conseguir encontrar certezas nessa história toda. Tudo vira talvez.
Talvez eu te ame.
Talvez eu te espere.
Talvez eu te esqueça.
Já percebeu que a maioria das probabilidades estão a seu favor?
O porque disso é a única certeza dentro da minha cabeça: Enquanto você acorda e vai viver, eu continuo sonhando.
Tudo normalmente já deveria ter sido deixado para trás sem exageros, sem intensidade, sem dúvidas... Mas o maldito talvez que você provoca em mim está me impedindo.
Por favor, sinta o que eu sinto e me faça entender.
Faço de uma simples frase o meu livro e de uma tola palavra um grande sentimento dentro de mim.
Tudo que naturalmente deveria ser irrelevante torna-se a coisa mais importante do mundo e o exagero funde-se com a intensidade. Isso me derruba e me deixa sem chão (é, estou exagerando).
Tudo que deveria apenas ser esquecido está em cada passo que eu dou, em cada palavra que sai de minha boca e em cada pensamento solitário que foge de minha cabeça para vagar sozinho por aí.
E tudo que deveria se organizar ficou devidamente fora do lugar.
O exagero confunde. A intensidade sai fora de qualquer controle tornando-se essencial e mata aos poucos. A única consequência dessa união é a insegurança.
Exagero, intensidade, insegurança: é disso que sou feita. Ou melhor: é disso que me fizeram.
Isso me impede de conseguir encontrar certezas nessa história toda. Tudo vira talvez.
Talvez eu te ame.
Talvez eu te espere.
Talvez eu te esqueça.
Já percebeu que a maioria das probabilidades estão a seu favor?
O porque disso é a única certeza dentro da minha cabeça: Enquanto você acorda e vai viver, eu continuo sonhando.
Tudo normalmente já deveria ter sido deixado para trás sem exageros, sem intensidade, sem dúvidas... Mas o maldito talvez que você provoca em mim está me impedindo.
Por favor, sinta o que eu sinto e me faça entender.
sábado, 19 de abril de 2008
No passo das lágrimas inexistentes.
Ela tem uma coleção de sonhos perdidos.
Uma coleção de pessoas que foram embora, uma coleção de pessoas que estão logo ali, mas são inalcançáveis.
Pobre garota vazia... tão vazia quanto essas frases sem sentido.
Esquece do mundo e deixa que ele a esqueça. Muitas feridas para alimentar.
Dores arquivadas. Organização, só por falta de ocupação.
Fria, insensível e dissimulada. Sofre, mas sofre em silêncio. Não consegue derramar uma lágrima sequer.
Pobre garota vazia... tão vazia quanto esse copo cheirando a álcool barato.
É só o cheiro. O líquido já foi. Tudo já foi. Apenas o cheiro ficou.
Respire fundo antes que ele se vá também.
Pobre garota vazia. Tão feliz e tão vazia.
Comprimidos e frascos vazios em toda parte.
Mas García Márquez lhe disse que remédio nenhum cura o que a felicidade não cura.
Ela não tem cura. Não tem explicação. Mantenha fora do alcance de crianças.
Pobre garota impura e sem cura...
Pobre garota vazia... pobríssima!
Espírito pobre, alma vazia. Tão vazia...
Espera o telefone tocar, só pra não atender.
Finge não se importar só pra ver morrer.
Mas a morte lhe cai tão bem...
Uma coleção de pessoas que foram embora, uma coleção de pessoas que estão logo ali, mas são inalcançáveis.
Pobre garota vazia... tão vazia quanto essas frases sem sentido.
Esquece do mundo e deixa que ele a esqueça. Muitas feridas para alimentar.
Dores arquivadas. Organização, só por falta de ocupação.
Fria, insensível e dissimulada. Sofre, mas sofre em silêncio. Não consegue derramar uma lágrima sequer.
Pobre garota vazia... tão vazia quanto esse copo cheirando a álcool barato.
É só o cheiro. O líquido já foi. Tudo já foi. Apenas o cheiro ficou.
Respire fundo antes que ele se vá também.
Pobre garota vazia. Tão feliz e tão vazia.
Comprimidos e frascos vazios em toda parte.
Mas García Márquez lhe disse que remédio nenhum cura o que a felicidade não cura.
Ela não tem cura. Não tem explicação. Mantenha fora do alcance de crianças.
Pobre garota impura e sem cura...
Pobre garota vazia... pobríssima!
Espírito pobre, alma vazia. Tão vazia...
Espera o telefone tocar, só pra não atender.
Finge não se importar só pra ver morrer.
Mas a morte lhe cai tão bem...
terça-feira, 1 de abril de 2008
Aqui ou em lugar nenhum.
Sentimento sem explicação.
Felicidade sem razão.
Angústia em vão.
Dúvidas que vem e vão.
Eu não quero um controle.
Mas não quero ver minha vida sem mim passando na televisão.
Então me deixa desligar.
Me deixa controlar.
Me deixa viver!
Me deixa ser tudo para você, e fazer tudo por você.
Não tem explicação, não tem razão, mas não será em vão.
Feche os olhos e confie em mim...
Não fale nada e deixe tudo assim.
Chegue mais perto, pois preciso de você aqui.
Do seu abraço me acalmando e tirando de mim todo o medo de nunca te ter.
Pode ser romance ou ficção, mas não colocaremos tudo a perder.
E é assim que vai ser, só eu e você
Pois você me completa, e eu nem sei o porquê.
E nem vou querer saber
desde que você esteja aqui
Ou em lugar nenhum...
Só precisa estar comigo
E eu estarei bem, fazendo até o impossível pra você estar também.
Felicidade sem razão.
Angústia em vão.
Dúvidas que vem e vão.
Eu não quero um controle.
Mas não quero ver minha vida sem mim passando na televisão.
Então me deixa desligar.
Me deixa controlar.
Me deixa viver!
Me deixa ser tudo para você, e fazer tudo por você.
Não tem explicação, não tem razão, mas não será em vão.
Feche os olhos e confie em mim...
Não fale nada e deixe tudo assim.
Chegue mais perto, pois preciso de você aqui.
Do seu abraço me acalmando e tirando de mim todo o medo de nunca te ter.
Pode ser romance ou ficção, mas não colocaremos tudo a perder.
E é assim que vai ser, só eu e você
Pois você me completa, e eu nem sei o porquê.
E nem vou querer saber
desde que você esteja aqui
Ou em lugar nenhum...
Só precisa estar comigo
E eu estarei bem, fazendo até o impossível pra você estar também.
segunda-feira, 24 de março de 2008
Nada de segunda temporada, isso não é um seriado sobre mim.
Voltei. Eu sempre volto.
Pode demorar, mas nunca deixo coisas pendentes. Sempre foi assim, com absolutamente tudo na minha vida. Quando eu me canso, eu paro, espero, e volto mudando tudo ao meu redor, sem me importar com ninguém além de mim, simplesmente para não continuar cansada. E isso é bom, tendo em vista que a monotonia jamais me caiu bem. Então foi assim que decidi voltar a postar meus textos e inutilidades verbais... Mudei absolutamente tudo... título, cores, e blá blá blá... O título veio na minha cabeça como algo um tanto quanto sugestivo, e as cores alegres são só para iludir.
Porém, apesar de tantas mudanças constantes, as coisas sempre estarão iguais se você reparar bem. Na minha vida tem muita coisa intacta, apesar de tudo... deve ser porque sou meio intocável demais.
De qualquer maneira, esse é apenas um recomeço... Não estou com tempo para transmitir meus sentimentos em palavras nesse instante, e nem quero fazer isso agora. As mudanças já foram feitas, porém, tem uma coisa que sempre se esquecem: EU NUNCA MUDO.
Acho que é por isso que eu não posso ser acompanhada e julgada como um seriado de TV, onde as coisas sempre mudam, e o mundo sempre dá várias voltas... Mas pra quê?! Vai sempre parar no mesmo lugar!
Então acostumem-se com a garota impulsiva que nunca se arrepende quando faz algo errado, só porque sabe que quando a dor bater, vai ter um maço de cigarros, papel, caneta, e uma boa música à sua espera, pronta para lhe dar todo o conforto que abraço nenhum é capaz, pelo menos por enquanto.
Mas só para avisar, isso não é algo do qual devemos nos orgulhar.
Pode demorar, mas nunca deixo coisas pendentes. Sempre foi assim, com absolutamente tudo na minha vida. Quando eu me canso, eu paro, espero, e volto mudando tudo ao meu redor, sem me importar com ninguém além de mim, simplesmente para não continuar cansada. E isso é bom, tendo em vista que a monotonia jamais me caiu bem. Então foi assim que decidi voltar a postar meus textos e inutilidades verbais... Mudei absolutamente tudo... título, cores, e blá blá blá... O título veio na minha cabeça como algo um tanto quanto sugestivo, e as cores alegres são só para iludir.
Porém, apesar de tantas mudanças constantes, as coisas sempre estarão iguais se você reparar bem. Na minha vida tem muita coisa intacta, apesar de tudo... deve ser porque sou meio intocável demais.
De qualquer maneira, esse é apenas um recomeço... Não estou com tempo para transmitir meus sentimentos em palavras nesse instante, e nem quero fazer isso agora. As mudanças já foram feitas, porém, tem uma coisa que sempre se esquecem: EU NUNCA MUDO.
Acho que é por isso que eu não posso ser acompanhada e julgada como um seriado de TV, onde as coisas sempre mudam, e o mundo sempre dá várias voltas... Mas pra quê?! Vai sempre parar no mesmo lugar!
Então acostumem-se com a garota impulsiva que nunca se arrepende quando faz algo errado, só porque sabe que quando a dor bater, vai ter um maço de cigarros, papel, caneta, e uma boa música à sua espera, pronta para lhe dar todo o conforto que abraço nenhum é capaz, pelo menos por enquanto.
Mas só para avisar, isso não é algo do qual devemos nos orgulhar.
Assinar:
Postagens (Atom)
